É tão duro errar uma vez
E sentir que esse erro nunca mais vai ser perdoado
Não por quem queremos
Sobretudo por nós mesmos, que o cometemos
Mas um erro, por maior que seja,
Têm igualmente um limite
Por mais extenso que este tenha de ser
E sinto que o meu xegou ao fim
Afinal de contas,
A opção foi nossa
Nossa não me implica só a mim
E neste caso então, implica uma grande, grande parte tua
Erros são imans
Imans de outros erros
Dai o problema de assumir uma relação
Que já errou
E neste momento sinto que seguras o iman
Com toda a força do mundo
Mas com a sua igualmente válida justiça
A justiça é, como o nome indica,
Justa.
Mas é ao mesmo tempo
Racional demais para o que precisavamos
Acho que dentro do teu ser lindo
Nunca pudeste estar tão errada em não ver isto...
E agora?
Engulo o que se passou?
Porque errei?
Porque é justo?
Porque a ti também já te custou?
...
Olha bem para mim
Não. E não, porque esse não será o caminho
Porque ao contrário do que me fizeste querer hoje
A confiança não se ganha dando motivos de desconfiança
Ganha-se com o tempo
Logo, não esperes que eu tenha confiado em ti
Quando me deste tudo para não o fazer
E apenas te baseas-te no passado
Um passado do qual eu não estou seguro
Porque ninguém o pode estar
Se nunca entenderes o teu erro
E o quiseres eternamente enterrar com o meu
Força, tens todo o apoio do mundo
Todo, menos o meu.
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